sexta-feira, 22 de abril de 2016

Raspberry beret

Gosto mesmo muito de Prince. Mas antes de desaparecer da face da terra, desapareceu há muito mais do mundo online. É difícil encontrá-lo no youtube e no spotify há uma musica e covers. É este o legado, vai-me fazer comprar um cd?

A parva sou eu

Espalharam-se por esta semana, aqui na freguesia do meu estaminé , pequenos quiosques de bookcrossing. Quando passei por um deles, estavam três livritos antigos e desconhecidos. No dia a seguir os mesmos três livritos. No dia a seguir eu passei por lá com alguns livros de que me queria desfazer, maioria editados recentemente. Não trouxe nenhum (o meu objectivo é arranjar espaço, não enchê-lo de novo).

Quando passei por lá na volta, os mesmos três livritos arrumados sobre o quiosque. O meu primeiro pensamento foi que alguém os tivesse levado para ler, mas se fosse o caso teria que deixar o equivalente numero de livros para troca. Depois pensei "espera, será que os levaram para vender?". E abriu-se todo um novo mundo de possibilidades à minha frente.

Hoje passei por lá outra vez, deixei livros velhinhos. Os novos que já não quero, arranjei-lhes outros planos.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

quarta-feira, 20 de abril de 2016

E se fosse comigo?

Não ia querer que pessoas numa esplanada se intrometessem numa conversa entre mim e o meu pai, lamento. Mesmo que isso signifique para a Conceição Lino ter menos audiências porque não há cenas de pancadaria na esplanada, ou que ela ache que ainda estamos muito "tolerantes à intolerância" por causa da ditadura.

Separadas à nascença

Bryce Dallas Howard

Jessica Chastain


Só percebi hoje que não eram a mesma pessoa. Eu bem que tinha a sensação que esta actriz andava a aparecer em todo o lado.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

terça-feira, 8 de março de 2016

Nem tudo é cor de rosa

O mais simples passo para tornar este dia obsoleto é deixarem de criar boas meninas para criarem boas pessoas. De boas meninas ainda está o mundo cheio.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Desde que o samba é samba é assim.


Acabo sempre o ano com a sensação de que foi entre assim-assim a mau. Raramente tenho a sensação de que foi espectacular. Já aconteceu claro, mas a memória atraiçoa-me, nos meus balanços pesa sempre mais o que ficou por acontecer, por mudar, fazer ou o que aconteceu de mau, do que as coisas boas.

Este ano decidi-me finalmente a avançar com a ideia de pôr num frasco papéis com bons momentos que vão ocorrendo. Para ser justo, decidi que punha as coisas boas e más, na expectativa de provar a mim mesma de que as boas superam sempre as outras.

Então este ano tive um almoço com amigos na rua, morreu-me uma gata, a minha avó caiu e rasgou o músculo do ombro, uns dias depois teve um avc e tenho passado as minhas tardes no santa maria, e acumulo trabalho no estaminé porque entretanto a minha colega vai ficar meio mês de baixa.
Escolhi o ano errado ou continua a ser a falta de jeito para ser optimista?

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Fala p'ra mão

It’s one of my theories that when people give you advice, they’re really just talking to themselves in the past.

Mark Epstein, M.D.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Esta era a matemática que deviam ensinar na escola

A. Um grupo de 15 pessoas juntou-se para passar o ano numa casa durante 4 dias. Uma pessoa foi às compras e gastou 250€. A mesma pessoa que foi às compras organizou a ementa e cozinhou todas as refeições. Uma pessoa é dona da casa, uma pessoa não come carne e duas pessoas não bebem alcóol e todos gastaram água e luz durante os 4 dias.

Quanto fica a cada um?

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Diz que é o contrário de se estar morto

Ao ler a biografia do Oliver Sacks, que morreu há pouquíssimos meses, ocorreu-me de repente o quanto é bizarro que a vida inteira de um homem me caiba nas mãos.